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quarta-feira, 4 de março de 2009

Aconteceu!

Hoje, na parte da manhã, Vanessa, uma amiga, ligou para a farmácia e encomendou um remédio qualquer.

O entregador foi ao escritório onde ela trabalha, recebeu o dinheiro pela mercadoria, deixou o remédio com a recepcionista e foi embora no mesmo pé.

Depois, quando a Vanessa pegou o tal remédio e abriu a embalagem, notou que dentro, em vez de uma bula ela encontrou uma... folha de caderno! Isso mesmo!

Chocada com a situação, ela ligou pra farmácia e pediu pra falar com o gerente, que,
por um momento, hesitou em acreditar no que ela dizia.

Depois de uma pequena discussão, o gerente mandou que o entregador voltasse ao escritório dela, pegasse o remédio “estudioso” e deixasse um outro, dessa vez com a bula.

Que coisa, não?

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Podem até dizer que eu sou rabugento, ranzinza, entre outros atributos. Mas, numa boa, aturar choro e resmungo de criança dentro de um ônibus, depois de um dia cheio de trabalho, é um ótimo teste de paciência, não?

Mesmo estando um pouco a frente de mim, parecia que ela, a tal criança, estava ao meu lado, de tanto que perturbava. Podem dizer “Ah, Renan, releve, pois ela só tem 4 ou 5 anos”. Ok, mas e a mãe? Por que foi conivente? Talvez estivesse cochilando. Mas como, se eu que estava longe, não conseguia?

Minto. Dormi, sim. Pouco, mas dormi. Como acordei? Ah, adivinha? Com a tal criança aos prantos. Por quê? Porque a avó dela havia descido.

Eu mereço?

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Histórias Cariocas

Semana passada, após almoçar, fui ao Mc Donald’s, a fim de usufruir de uma casquinha. Embora o tempo estivesse fechado, o mormaço prevalecia na cidade maravilhosa.

Eu estava com duas amigas - só ando em boa companhia -, e, muitas das vezes, nem permitem que eu pague pelo que consumo - adoro! Pois bem, fomos em direção a loja que fica na Av. Rio Branco, esquina com Rua do Ouvidor, no Centro.

Lá chegando, pedimos duas casquinhas mistas. A atendente informou que só tinha de baunilha e/ou chocolate. Mau começo, pois eu amo mista. Mas tudo bem, pensei, é bom que saio da mesmice – como se a mista não fosse uma mescla de chocolate com baunilha.

Assim, a Vanessa – uma das minhas amigas – pediu uma de baunilha pra ela e uma de chocolate pra mim. Notem que eu, quando estou com elas, além de nada pagar, sequer me dou ao trabalho de abrir a boca. Vida mansa total.

Quando a atendente entregou a primeira casquinha, a Vanessa, prontamente, disse “mole desse jeito eu não quero. Estão todas como essa?”, perguntou ela enquanto eu, quieto, apenas observava. Cabe ressaltar que a Vanessa não tem muita paciência, principalmente quando está pagando por algo. É o jeito dela. E eu acho engraçado. Ponto.

Nisso, a atendente deu aquele famoso sorriso sem graça e respondeu “sim, mais ou menos”. Ok, aceitamos, pois pensamos “ah, é só uma casquinha mesmo, não vamos recusar por isso, a gente põe num potinho”.

Mas, como a Vanessa não costuma levar desaforo pra casa, ao se posicionar para ir embora, voltou-se para a menina, que neste momento era observada pelo gerente, e disse: “se não tem condição de servir bem o cliente, feche as portas!”.

Não acho que minha amiga esteja errada. Pensemos o seguinte: esse estabelecimento americano já está podre de rico e cada vez mais abre novas lojas no Brasil. Como pode, em pleno verão carioca, servir casquinha mole?

A Vanessa está certa mesmo. Se não tem condições de atender bem, que feche as postas! É simples. O que não é justo é pagar R$1,50 num sorvete molenga, prestes a cair.

Coisas assim me deixam nauseado.