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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Fluminense 1x1 Flamengo


O Fla-Flu de ontem no Engenhão teve um pouco de tudo: polêmica, equilíbrio, grandes momentos, falta de luz, chuva e um destaque. Apesar disto, não achei um grande jogo. Mas, inegavelmente, foi muito imprevisível, como exige os pré-requisitos de um autêntico Fla-Flu.

Depois de uma apoteótica vitória na Argentina, que o colocou nas oitavas-de-final da Taça Libertadores, o Fluminense ganhou credencial de favorito, muito embora, como diz o poeta, clássico é clássico e vice-versa; já o Flamengo vinha de um empate no Rio frente ao Horizonte, um resistente visitante, e desfalcado de duas peças importantes: Maldonado e Ronaldinho Gaúcho. Soma-se a isso o fato de Léo Moura ter saído logo nos primeiros minutos de jogo.

Tudo parecia conspirar a favor do Flu que, de fato, esteve melhor, criou mais chances e saiu na frente com um gol irregular de Rafael Moura, visivelmente impedido. Nascia ali o segundo erro grosseiro do árbitro – que já se equivocara no lance em que deveria ter expulsado o goleiro Felipe, que fez falta em Rafael Moura, último homem, fora da área.

Vencendo o jogo e dominando as ações, o Flu cometeu um erro letal: subestimar, entre aspas, a grandeza do Flamengo em decisão. Não se pode cometer este pecado capital diante de um time que, tradicionalmente, costuma ressurgir em momentos adversos. Foi o que aconteceu.

Luxemburgo, na volta para o segundo tempo, escalou Bottinelli no lugar do inoperante Fernando. Desta forma, o Flamengo cresceu e passou a intimidar o Fluminense, que, recuado, convidou o rubro-negro para o jogo. Até que, num raro cruzamento de Willians, Thiago Neves empatou de cabeça. O gol reanimou o Flu, que voltou pro jogo, mas esbarrou na noite inspiradíssima de Felipe.

Veio a tensa e decisão por pênaltis. E, como mostra as estatísticas de anos anteriores, deu Fla. Por quê? Porque o Fla têm Felipe, que, como o Bruno, cresce na frente dos batedores, mostra frieza e segurança. Pegou as penalidades de Araújo e Tartá, consagrando-se como o jogador mais importante da partida.

O Flamengo está na final e agora tem o Vasco pela frente, no próximo domingo. O histórico de decisões passadas aponta o rubro-negro como favorito diante do clube da Colina. Seja como for, não dá pra saber o que corre mais: um bonde (invicto!) em franca ascensão ou um trem bala. Façam suas apostas na estação mais próxima.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Fluminense 3x2 América-MEX


Depois da tempestade vem a bonança. Pode-se tranquilamente resumir assim a noite do Fluminense, após uma semana de turbulências envolvendo (ainda) a saída de Muricy Ramalho, as rejeições de diversos treinadores para comando da equipe e os contornos dramáticos que envolviam a decisão contra o América do México. Por tudo isso, é preciso valorizar muito a vitória tricolor na apoteótica noite de quarta-feira, no Engenhão.

Mesmo rodeado de tantas indefinições e muito burburinho, o Fluminense, como exalta tanto sua torcida, foi um time de guerreiros. Valente, lutou até o fim e, mesmo desorganizado e por duas vezes atrás do placar - após grotescas falhas de Ricardo Berna e Digão -, nunca deixou de acreditar que era possível vencer o América e manter viva a esperança de se classificar para a próxima fase da Libertadores - ainda que, para isso, precise vencer seus dois últimos jogos, ambos foras de casa, contra Nacional e Argentinos Juniors, respectivamente.

Apesar da clarividente ansiedade do time comandado interinamente por Enderson Moreira, dos inúmeros erros de passes do time tricolor em decorrência do nítido nervosismo e da retranca do adversário, o Fluminense partiu para o ataque. E, mesmo quando Sanchez abriu o placar para os mexicanos em lance bisonho, o time não se abateu. Empurrado pela vibrante torcida tricolor, em noite irretocável, os guerreiros foram pra cima e empataram com Gum, após perfeito cruzamento de Conca. A partir daí, o Fluminense passou a tocar melhor a bola no campo do adversário e teve seu melhor momento no jogo.

Na volta para o segundo tempo, a expectativa de manter o bom ímpeto ofensivo dos minutos finais da etapa inicial para, assim, virar o jogo. Mas Conca não estava em noite inspirada, Emerson, apesar do esforço, estava visivelmente fora de forma, Fred, nervoso, isolado na frente e Mariano, que era a melhor opção tricolor, saiu machucado. Em seu lugar, Enderson pôs Deco, tomado por desconfiança após seguidas lesões. O luso-brasileiro, no entanto, não decepcionou desta vez e, depois de seu cruzamento perfeito pelo lado direito, Araújo cabeceou e empatou a partida.

Em êxtase, a torcida não cessava os gritos de apoio e, contagiado por ela, o Fluminense foi pro abafa. Até que, em bola alçada na área, Deco, com categoria, tocou por cima do goleiro Navarrete e manteve o sonho da classificação vivo.

Vitória épica, de arrepiar e que pode marcar o renascimento do Fluminense na competição, pois o elenco provou que é forte emocionalmente e, principalmente, tem fôlego pra superar qualquer situação adversa.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Fluminense 2x2 Argentinos Juniors

Ao contrário do que pensa a maioria, não achei a estreia do Fluminense na Libertadores desastrosa. Decepcionante, sim, já que o elenco é superior ao do Argentinos Juniors. Mas, considerando o gol mal anulado no 1º tempo a favor do time argentino – pra mim a bola entrou -, o empate deu para o gasto, como o próprio Muricy reconheceu.

No campo, Muricy viu seu time nervoso, errando passes em excesso e tendo seu principal articulador (Conca) sumido. Souza, mais em forma que o companheiro argentino, buscou mais o jogo, escapou mais da marcação, arriscou mais jogadas, embora sem êxito. Mariano e Carlinhos, pelo menos, acertaram os cruzamentos pros dois gols de Rafael Moura, em grande fase, mas ambos também ficaram devendo.

A zaga segue uma lástima. Embora Muricy tenha minimizado as atuações de seus zagueiros, Gum e André Luís não podem deixar que Niell, de 1,62m, faça dois gols de cabeça. Falha de marcação e posicionamento em ambos os lances de gol do Argentinos Juniors. E falha também de Diego Cavalieri no segundo gol, a meu ver. Aliás, o goleiro nem de longe lembra aquela muralha que pegava tudo no Palmeiras e que, por conseqüência disto, passou pela Europa. Parece ter voltado do Velho Mundo um pouco congelado e inseguro. Creio que Muricy deve mantê-lo, até pra dar confiança, mas o fantasma de Ricardo Berna, aclamado pela torcida no jogo de ontem, já está no encalço do atual titular.

Já o time do Argentinos Juniors é bom, envolveu o Fluminense e fez o que o time da casa tentou, sem sucesso: tocou a bola. E muito bem, principalmente no meio-campo, com aquele carequinha, cujo nome não me recordo.

Resumindo: não há nada perdido, mas os dois últimos jogos frente a duas boas equipes (Botafogo e o citado aqui), escancararam a fragilidade da defesa tricolor e o nervosismo do time quando se vê atrás do placar. O que deve tranqüilizar os tricolores é que Muricy está ciente destes erros.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Fluminense 1x0 Cruzeiro

Quase 30 mil pagantes no Maracanã. Enorme expectativa em torno do Fluminense, que, derrotando o Cruzeiro, se tornaria líder. Bola em jogo e, surpresa ou não, predomínio quase absoluto do time celeste. O Cruzeiro impôs sua marcação no campo de defesa tricolor, pressionando a lentíssima saída de bola do Fluminense. Restrito, o time de Muricy Ramalho errava passes demais e a raposa de aproveitava bem disso.

Gilberto, que fazia ótima partida até sentir uma lesão e deixar o jogo, Rômulo, Everton, Thiago Ribeiro e Wellington Paulista infernizavam a zaga tricolor, que tinha um Fernando Henrique em noite inspirada. O arqueiro fez, no mínimo, três defesas espetaculares no primeiro tempo.

Cruzeiro, soberano, criava chances, mas esbarrava em FH. Fluminense, acuado demais, errava muitos passes e não encontrava Conca em campo, exageradamente tímido. O fim do eletrizante primeiro tempo veio como alívio para a torcida tricolor.

Segundo tempo, com metade da velocidade do primeiro, trouxe um Fluminense melhor, embora mais na base da pressão do que na técnica. Até que Conca, que havia feito pouco pro que dele se espera, bateu escanteio na cabeça de Leandro Euzébio, que, sozinho, fez o único gol do jogo.

A partir daí, o Fluminense se manteve no ataque, teve algumas chances, mas não matou o jogo. Cruzeiro, esgotado, saia na base do desespero. Cuca deve estar lamentando muito a saída precoce de Gilberto, bem como as oportunidades desperdiçadas por seus atacantes nos primeiros 45 minutos.

O Fluminense, mesmo em noite nada animadora, vence e assume a liderança. Cruzeiro volta para Minas lamentando seu belo primeiro tempo, mas com o consolo de que, jogando como jogou enquanto teve fôlego, brigará pelo título. E o Flu, idem.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O Rio é Alvinegro!

Não vou falar do jogo, até porque não vi com atenção – estava em um bar com amigos e, confesso, dei muito mais atenção para o chope e para quantidade de mulheres que me rodeavam do que para retranca armada por Andrade e pro chuveirinho onipresente de Joel.

Nem por isso deixarei de louvar a conquista Alvinegra: Parabéns, Botafogo! Conquista absolutamente merecida. E o fato de estar há 3 anos batendo na trave justamente contra o Flamengo valoriza ainda mais esse título. Não gosto do Joel Santana como treinador, mas, no Estadual, ele é um especialista! Consegue, mesmo com um excesso de zagueiros e volantes, montar times competitivos.

Apesar do título, sejamos realistas: o Botafogo precisa se reforçar para também ser competitivo no Brasileiro. Não querendo desmerecer o Estadual, mas ele não é parâmetro. A diretoria já se mostrou plenamente consciente de que precisa ir ao mercado contratar. Um lateral-direito, um bom meio-campo e um zagueiro seguro e experiente serão bem-vindos no plantel.

Enfim, o Rio é Alvinegro!

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Uma das coisas mais tristes e pobres no esporte é não saber perder; Outra é desmerecer a conquista alheia. É triste ver tanta gente creditando o título Alvinegro ao demérito Rubro-negro. Mais triste ainda é ver boçais, desinformados e prepotentes dizendo que o Botafogo não tem história.

E usar a desculpa de que o Flamengo só se preocupa com Libertadores é demagogia, beira o ridículo. Claro que Estadual não se compara a Libertadores, mas há de se valorizar (muito!) esse título Alvinegro, até pelo rótulo de quarta força, de azarão do Rio.


Quanto ao Flamengo, algumas coisas estão pra lá de evidentes: a zaga está um caos, o meio não funciona (note o quanto Vágner Love volta para buscar jogo) e o ataque está desfalcado. Mas há boas peças no elenco, que não tem sido bem aproveitado pelo Tromba. Acho que tem faltado ousadia e sobrado volantes no time. Andrade desafinou legal.

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Cuca, injustamente, foi oficialmente demitido, hoje, quando chegava para comandar o treino da tarde do Fluminense. Mais uma das tantas atitudes impensadas da diretoria tricolor – leia-se, Unimed, Celso Barros, como queira.

Cuca, ano passado, milagrosamente, pegou um bando e armou um time, que ficou conhecido como Time de Guerreiros e, por vezes, emocionou este blogueiro que vos escreve, tamanho heroísmo dos jogadores (Fred e Conca, especialmente) e demonstração de amor incondicional de sua torcida. Uma arrancada histórica, épica, que, pelo visto, foi esquecida por Horcades e sua cúpula. Vale ressaltar o vice-campeonato na Copa Sul-Americana diante da LDU.


O Fluminense versão 2010 teve oscilações. Perdeu a semifinal da TG contra o Vasco nos pênaltis – é bom que se diga que, no tempo normal, o time de Cuca foi melhor e não venceu por excesso de preciosismo. Na Taça Rio, de novo, caiu na semifinal, desta vez contra o Botafogo, onde poderia ter liquidado o jogo, mas recuou e... vocês sabem, a bola pune.

Enfim, Cuca sai de cabeça erguida, com um aproveitamento de quase 70%. Fala-se em Muricy Ramalho. Ótimo treinador, mas não aconteceu no Palmeiras.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Em busca do vale encantado



Não, não vou falar do jogo em si entre Fluminense e Cerro Porteño, que culminou com a classificação do tricolor carioca à final da Copa Sul-Americana, até porque só vi os minutos finais e fervorosos da partida. Quero falar do espírito do time tricolor, que se revigorou.

Hoje, mais cedo, uma frase do jornalista Juca Kfouri me emocionou e causou reflexão sobre o momento que vive o Fluminense: "Há uma força estranha no ar, em grená, verde e branco. Força que parece não conhecer limites" (Juca Kfouri).

Juca definiu, sabiamente, o que se passa atualmente no Fluminense. Um time sem limites, aguerrido, disposto a vencer, jamais empatar ou perder. Time que se entrega, que come grana e sangra dentro de campo. Time bem comandado por Cuca, com líderes como Conca e Fred, dois talentosos jogadores. Time que tem apoio procedente da arquibancada, com uma torcida hercúlea, que canta incessantemente.

Esse time atual do Fluminense tem me enchido os olhos. Mistura de técnica e tática aliado a vontade. O futebol de hoje, tão carente de brilhantismo, de ídolos, ainda assim consegue uma forma de impressionar amantes do esporte como eu. A comoção vem em forma de raça, garra, entrega. Eu, vascaíno dos bons, que acompanho o futebol em geral, estou embasbacado com o que este time das Laranjeiras vem suando em campo.

Não há palavra que defina a festa feita ontem na arquibancada do Maracanã. A torcida, assim como a do Vasco na Série B, abraçou o time, o pegou no colo e quer reerguê-lo. Dentro de campo, percebe-se a reciprocidade dos jogadores, que seguem fazendo vítimas. Já são 12 jogos de invencibilidade, fruto que resultou em uma classificação a final e uma esperança contra o descenso no Brasileiro. O Flu está tão bem que deu caldo em duas competições simultâneas. Não é fácil.

Enfim, avante, Flu! Não sei mais se cairá e, sinceramente, desisti de duvidar. De qualquer forma, que feche o ano coroando um título internacional em cima de um adversário que o tricolor ainda não digeriu.

João de Deus agradecerá.

domingo, 23 de agosto de 2009

Ainda há tempo

Agora, um amigo me disse que o Fluminense já caiu. Semana retrasada, um outro disse a mesma coisa. Eu sigo acreditando que dá pra escapar, mas os fatos, obviamente, mostram o contrário.

Hoje, mais uma vez, vi um Fluminense apático em campo. Um time sem entrosamento, desarrumado, sem jogada ensaiada e, o que considero o pior de todos os defeitos, sem vibração. A única coisa que fica evidente no time do Fluminense é a falta de qualidade dos jogadores, culminando ainda com o nervosismo dos mesmos em campo.

É triste ver o Fluminense caminhando para o abismo. No momento, é o lanterna do Campeonato. Está estagnado na lama. Dá pra sair? Sim, mas terá que melhorar muito e, principalmente, sangrar em campo. Restam 18 jogos e o Flu precisa de, no mínimo, 10 vitórias. Complicado. Diria que a situação é dramática. Mas eu ainda acho que pode se safar. O que não pode é se vestir de apatia e jogar sem vontade, como se não buscasse nada na competição. Se não há técnica, que vá na raça. É o mínimo que se espera.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Tardia reação


O Fluminense do primeiro tempo pressionou muito até levar o primeiro gol. O segundo tento do Timão foi um baque total para o tricolor carioca. O time de Parreira, que já errava muitos passes, se desesperou ainda mais vendo o placar adverso.

No segundo tempo, melhorou muito. Acertando mais passes, tocando com velocidade e com apoio de quase 70 mil torcedores (só tricolores ou fãs do Ronaldo?), chegou ao empate. Logo depois disso, Mano Menezes, sabiamente, escalou jogadores de meio-de-campo, visando fechar a meiuca. E conseguiu.

Resultado: o Corinthians, que jogou no erro do Flu, vai encarar o Vasco. E, pelo elenco técnico que tem, é favorito. Mas...

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Carioca-2009

Em São Januário, jogando como mandante, o Fluminense não teve trabalho para vencer o fraco time do Tigres. Com gols de Everton Santos (dois), Maicon e Thiago Neves, o tricolor avançou às semifinais e agora aguarda o julgamento de Jéferson, do Vasco, na terça-feira (próxima), para saber se permanecerá em primeiro do grupo ou, no caso do Vasco recuperar os pontos no tribunal, se cairá para a segunda colocação. Neste momento, o adversário na semifinal é o Botafogo. A data ainda está indefinida.

No Maracanã, Botafogo e Flamengo, que já estavam classificados antes mesmo do jogo começar, entraram em campo apenas para decidir quem seria o primeiro e segundo colocados de seu grupo. Em jogo de fraco nível técnico, os dois times empataram. No primeiro tempo, o predomínio foi do alvinegro que dominou as ações e abriu o placar com Batista, aos 16. Na etapa derradeira, o Fla melhorou e teve mais oportunidades. Aos 5, Egídio sofreu pênalti, que Obina cobrou e perdeu. Muito vaiado, o xodó da torcida deu lugar a Josiel que, nos acréscimos, após falha de Alessandro, empatou o jogo, mantendo o rubro-negro na liderança do grupo B. Na semifinal o alvinegro enfrentará o Fluminense, caso o Vasco não recupere seus pontos. Já o Fla pega o Resende. As datas ainda serão marcadas.

No Engenhão, como visitante, o Vasco não precisou de muito esforço para derrotar o Madureia. O time de Dorival Júnior segue evoluindo e, com gols de Carlos Alberto (segundo jogo consecutivo sem levar amarelo), Jéferson e Elton, somou três pontos e agora depende de seus advogados para ir à semifinal, já que escalou, irregularmente, o meia Jéferson, na primeira rodada do Estadual, quando perdeu, em casa, para o Americano. Nada mais justo que devolver os seis pontos ao Vasco, uma vez que o time da Colina fez por merecer a vaga, ganhando seus jogos dentro de campo. Se o cruzmaltino conseguir a absolvição junto ao pleno do TJD-RJ, se classifica em primeiro lugar e joga o Fluminense para a segunda posição, o que automaticamente eliminaria o Resende. Assim, enfrentaria o Botafogo.

Portanto, na terça-feira, todo mundo estará de olho neste julgamento, que decidirá os confrontos das semifinais. A conferir.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Domingo de clássico

Fluminense e Vasco, às 19h, entram em campo. O Vasco quer se manter na liderança do grupo A e, caso vença, pega o passaporte para as semifinais. Já o Fluminense precisa desesperadamente da vitória para se manter na briga pela outra vaga. Promessa de bom jogo e com craques como Conca, Thiago Neves e Carlos Alberto em campo.

Eu aposto na vitória do Vasco, que vem embalado e um pouco mais organizado que o Flu. Placar? 3x1. Podem me cobrar depois. Sonhei com esse resultado. Aguardemos.