sexta-feira, 1 de maio de 2009

Eterno ídolo

Há exatos 15 anos, o mundo, em especial o Brasil, perdia um ídolo: Ayrton Senna.

Não sou a melhor pessoa pra falar dele, pois, na época de sua morte, tinha apenas 6 anos. Mas lembro até hoje de minha mãe (quem diria?) assistindo a corrida e, logo após a batida fatal contra o muro, em Ímola, se derramando em lágrimas.

Talvez eu não tenha entendido, naquele dia, o motivo do choro de minha mãe. Hoje eu entendo. E como. Aliás, hoje, 15 anos depois da perda de Senna, me emociono como se tivesse acompanhado toda sua brilhante trajetória na Fórmula-1.

Aquele que é patriota vai, pra sempre, se lembrar desta figura fantástica, que tinha um carisma impressionante.

Quem quiser ler, chorar e conhecer um pouco mais sobre Senna, veja o artigo escrito por Celso Itiberê, jornalista, que, à época, cobria a Fórmula-1. Nele, a seguinte frase me emocionou:

- O piloto se chamava Ayrton Senna, a partir daí só posso crer que houve algum problema com o carro.

Não tem como segurar o choro.

Que saudade!

2 comentários:

  1. Passei a assistir as corridas de fórmula-1, somente por Ayrton Senna, ele encantava. Fez nós brasileiros sentarmos diante da tv e vibrar a cada curva, quando chovia então, eu tinha a certeza: Vai dar Ayrton Senna! Mesmo não estando em casa, eu, parava pra assistir. Quanta felicidade nos trouxe Ayrton Senna! Que garra! Que poder! Quanto talento! Ele era "O Piloto" Concordo com a frase escrita na coluna de Celso Itiberê e dita por um especialista em chassis, Gian Paulo Dallara:
    -O piloto se chamava Ayrton Senna, a partir daí só posso crer que houve algun problema com o carro.
    "Em 1991 Senna já era bicampeão mundial (1988 e 1990), mas ainda não tinha vencido uma corrida em seu próprio país. Naquele ano, em Interlagos, ele liderava com tranquilidade, quando, a sete voltas do fim, sua caixa de câmbio quebrou. Senna passou todas as últimas voltas utilizando apenas a 6ª marcha. Um final dramático, mas que deu a ele sua primeira e suada vitória no Brasil".
    Quanta saudade!

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  2. "O cara"!

    sem mais.

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